
Bravum de Elegbara
Fabiana Cozza
Exu e ancestralidade em "Bravum de Elegbara" de Fabiana Cozza
"Bravum de Elegbara", interpretada por Fabiana Cozza, celebra Exu (Elegbara) como figura central das religiões afro-brasileiras, destacando sua energia vital e seu papel de mensageiro entre os mundos. A música utiliza imagens de movimento e transformação, como “galopa em galo de rinha” e “avoa em cobra rasteira”, para mostrar a natureza multifacetada e imprevisível de Exu, que transita entre opostos e domina as encruzilhadas da vida. O refrão, com expressões como “Laroyê, agô, exu odara” e “dono do corpo que samba”, reforça Exu como fonte de alegria, comunicação e liberdade, conectando o sagrado ao cotidiano por meio do samba e da celebração do corpo.
A letra é uma homenagem direta a Elegbara, ressaltando sua importância como guardião das encruzilhadas e das comunicações. Isso aparece em versos como “quem anda em linha reta / não pode enxergar vereda”, sugerindo que só quem aceita a complexidade dos caminhos compreende a sabedoria de Exu. Elementos rituais e símbolos da cultura afro-brasileira surgem em “Iyádagán misture oti / na cuia que vai rodar” e “alabê toque adabi / pra iyámorô dançar”, evocando práticas e oferendas tradicionais que reafirmam o respeito ao orixá. Ao repetir “mojuba ô, elegbara!”, a canção reafirma a saudação e o reconhecimento da força de Exu, celebrando sua presença como essencial para a alegria, a comunicação e a proteção dos caminhos de quem cultua a ancestralidade afro-brasileira.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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