Baio Kilero
Fabiano Bachieri
A Última Jornada do Baio Kilero
A música "Baio Kilero" de Fabiano Bachieri é uma homenagem poética e melancólica a um cavalo que foi companheiro fiel em muitas jornadas. A letra descreve a morte do cavalo, um momento de grande tristeza e reflexão para o narrador. A canção começa com a lembrança de momentos compartilhados, como quando o narrador trocava a orelha do cavalo e o som da espora quebrava o silêncio. A pampa, cenário típico do sul do Brasil e da Argentina, é personificada e parece chorar pela perda do baio.
A letra é rica em metáforas e imagens que evocam a natureza e a cultura gaúcha. O vento que embala a crina do cavalo e a flauta dos pajonais que tocam o cortejo da morte são exemplos de como a natureza participa do luto. O Sol é comparado a uma hóstia, simbolizando um ritual sagrado, e as viúvas enfileiradas pelas cercas reforçam a ideia de um funeral solene. A morte do cavalo é tratada com grande respeito e reverência, como se fosse a de um ser humano.
O refrão da música reforça a ideia de que o baio kilero fez sua última viagem, carregando consigo memórias e objetos que marcaram sua existência. A ausência de montura e açoites simboliza a liberdade final do cavalo, que agora está livre de qualquer peso ou obrigação. A música termina com uma nota de resignação e aceitação, reconhecendo que o baio kilero se foi, mas deixando um legado de lealdade e companheirismo que será sempre lembrado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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