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Letra

    Tarde nunca no talvez
    Um verso inverte a direção
    Quebra a moeda
    E outra face te sorri
    Pra inventar tudo de novo
    Vela, porto, mar
    As descobertas vãs
    Vamos pintar a pele então
    E receber os santos que inexistem
    Nas nossas mãos fogo
    Chamam nossos olhos nus
    Já distantes do longe
    Que ficou pra trás

    Quem mandou que fosse assim
    Que eu não pudesse mais voar?
    Invento asa, avião, spaceship
    Que nada, esse azul foi feito pra sangrar
    Caminho sem fim, enfim a se mostrar
    Não vale nada um sonhador
    Que não galope o lombo de seu medo
    Eras passam lentas
    E o tempo pergunta

    Lembras do dia em que havia estrelas demais?
    Lembras do dia em que a lâmina cortou o ar?
    Lembras do dia em que a música não te deu paz?

    Composição: Antonio Saraiva / Ulisses Galetto. Essa informação está errada? Nos avise.

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