
Sou D'Olhão (part. Gerações)
Fábio Lagarto
Retrato bem-humorado da vida em "Sou D'Olhão (part. Gerações)"
"Sou D'Olhão (part. Gerações)", de Fábio Lagarto, destaca a importância das figuras e histórias locais para a identidade de Olhão. Personagens como João Bolinha e Veríssimo são apresentados como símbolos do cotidiano e do folclore da cidade, reforçando o orgulho de quem vive ali. A letra usa um tom descontraído e bem-humorado, com expressões típicas como "vou á maré, ao burrié" e menções ao Largo da Feira, à praça e à tradição das portas, criando um retrato autêntico da vida local e dos laços comunitários.
A música celebra as rotinas e peculiaridades de Olhão, como o costume de ir à maré, os encontros de domingo para o futebol e as idas à "do mel" para beber sumo e ver a Marisol. O verso "A moedinha vai para o João Bolinha / Que por um Euro vai a nado até á ilha" brinca com o espírito aventureiro e solidário dos moradores, enquanto a lembrança do Veríssimo, que "batia em todos e enchutava os turistas", ressalta o jeito irreverente do povo. Ao repetir "É porta sim, é porta não / Cá em Olhão é a tradição", a canção valoriza hábitos e expressões locais, reforçando o sentimento de pertencimento e orgulho pelas raízes culturais. Assim, a música se torna uma homenagem leve e divertida à vida em Olhão, transmitindo carinho pela terra natal.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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