
A Seta e o Alvo
Fábio Pessoa
Contrastes de viver em "A Seta e o Alvo" de Fábio Pessoa
Em "A Seta e o Alvo", Fábio Pessoa explora o conflito entre a busca por segurança e a abertura ao imprevisível, tema central da canção. A letra destaca como essa diferença de posturas pode gerar distanciamento e insatisfação, tanto nos relacionamentos quanto na vida em geral. Isso fica claro em versos como “Eu falo de amor à vida, / Você de medo da morte” e “Eu lanço minha alma no espaço, / Você pisa os pés na terra”, que mostram dois modos opostos de encarar a existência: um voltado para o risco e a liberdade, outro para o controle e a proteção.
O refrão “Sua meta é a seta no alvo, / Mas o alvo, na certa, não te espera” resume a crítica à busca obsessiva por metas fixas, sugerindo que a vida é imprevisível e que o alvo pode mudar ou não estar onde se espera. O contexto de composição da música reforça essa ideia, mostrando que ela foi criada para discutir a tensão entre abraçar o desconhecido e buscar segurança. A pergunta final da letra – “Então me diz qual é a graça / De já saber o fim da estrada, / Quando se parte rumo ao nada?” – questiona o sentido de viver sem se abrir ao inesperado. Assim, a metáfora da seta e do alvo serve para refletir sobre relações amorosas e sobre a própria postura diante da vida, mostrando que a busca por certezas pode limitar experiências mais autênticas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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