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UNHOLY HYMN

FabvL

Entre “UNHOLY HYMN”, ritual de autodestruição e poder

A expressão “unholy hymn” (hino profano) não é só provocação; é transformar a autodestruição em ritual, um canto ao qual ele sempre retorna quando tenta se salvar. O contraste entre “the voices of reason… out of tune” (as vozes da razão... desafinadas) e o refrão-hino mostra que até a consciência virou coro dissonante, afinado com a queda. Lançada em 16 de agosto de 2025, “UNHOLY HYMN”, de FabvL, funde rap e rock alternativo, com guitarras de Lee Albrecht, para sustentar esse clima de pressão e confissão agressiva. A energia sonora reforça a letra introspectiva, que o público abraçou nas plataformas, aproximando explosão catártica e tormento íntimo.

A narrativa é de alguém que se declara condenado: “I’m doomed” (estou condenado), oscilando entre controle e caos: “roll the dice, I’m all in” (lanço os dados, apostei tudo). Ao dizer “I became the drug, the poison” (eu me tornei a droga, o veneno), a voz assume o papel de vício e contágio. A busca por redenção aparece abortada: “cleaning every mirror… expose myself” (limpando cada espelho... me exponho) se desfaz em “shattered glass” (vidro estilhaçado), sinal de identidade quebrada e retorno ao inferno pessoal que descreve.

Os temas surgem sem filtro: desespero (“gave up every drop of hope” — abandonei cada gota de esperança), culpa (“I hate myself” — eu me odeio), violência e sede de controle (“hit list” — lista de alvos; “feast on the weak” — devorar os fracos). Imagens recorrentes consolidam a atmosfera: “Shadows in the night” (sombras na noite), “drip drip” (pinga, pinga), “blood silhouettes the sky” (o sangue recorta o céu). “I’m HIM” (eu sou Ele) carrega duplo sentido — gíria de grandeza e gesto blasfemo — que se cola a “drank that blood” (bebi aquele sangue), “sold my soul” (vendi minha alma) e ao chamado “Look to the Moon” (olhe para a Lua), evocando ritual noturno. Mesmo no desafio de “I’ll come back with a heart of hate” (vou voltar com um coração de ódio), prevalece o fatalismo: a escolha pela escuridão é consciente e o refrão “my unholy hymn” (meu hino profano) sela essa aliança.

Composição: Nick Campbell. Essa informação está errada? Nos avise.

O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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