
Raça
Fafá de Belém
Homenagem à ancestralidade e resistência em “Raça”
“Raça”, de Fafá de Belém, destaca-se por homenagear figuras centrais da cultura afro-brasileira, como Clementina de Jesus, Grande Otelo e Monsueto. Ao citar diretamente esses nomes, a música vai além de uma celebração genérica da energia nacional, tornando-se um tributo à resistência e à criatividade de artistas negros que marcaram a história do Brasil. O trecho “É Clementina cantando bonito / As aventuras de seu povo aflito” conecta a força da música à tradição do samba e à luta do povo afro-brasileiro, enquanto a menção a Grande Otelo e Monsueto valoriza quem transformou adversidades em arte e alegria.
A letra equilibra momentos de alegria e referências à luta diária, como em “Lá vem a força, lá vem a magia / Que me incendeia o corpo de alegria” e “A fome, a fúria, o sangue que já se levanta”. Essa dualidade mostra que a energia celebrada na canção nasce tanto do sofrimento quanto da esperança, sendo uma força coletiva que “vem de longe pra me fazer companhia”. Ao citar nomes como Maria Domingas, Tia Hercília e Naná, a música amplia o tributo à ancestralidade e à diversidade do povo brasileiro. A repetição de refrões e vocalizações reforça o sentimento de canto comunitário, transmitindo pertencimento e resistência cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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