
Matinada
Fagner
Amor e bravura sertaneja em "Matinada" de Fagner
"Matinada", de Fagner, destaca a força da cultura nordestina tanto na linguagem quanto nas imagens que constrói. O cavalo Matinada é mais do que um meio de transporte: representa liberdade, coragem e companheirismo, como no verso “Esse é o Matinada, esse é o rei dos veneno”, expressão regional que exalta bravura e esperteza, qualidades valorizadas no sertão. O uso de termos como “mais ô menu”, “tardizinha” e “nóis marquemo” aproxima a narrativa do cotidiano do interior, tornando a história mais autêntica e carregada de emoção.
A letra conta a aventura de um homem apaixonado que desafia a noite e até a polícia para encontrar sua amada, mostrando o quanto está disposto a arriscar por esse amor. O encontro clandestino, o clima de despedida e a promessa de só partir “quando eu tive morrendo” revelam um sentimento intenso, quase desesperado, típico das paixões vividas longe dos olhos do mundo. O risco constante, expresso em “Mermo qu'eu morra em combate, eu quero morrê te vendo”, reforça a ideia de que o amor, para o personagem, vale qualquer sacrifício. Assim, a música transmite não só a coragem e ousadia do sertanejo, mas também a beleza e a dureza de amar em meio às dificuldades do sertão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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