
Viajante
Fagner
Contrastes emocionais e paisagens em "Viajante" de Fagner
"Viajante", interpretada por Fagner e composta por Jorge Mautner, explora a dualidade entre a beleza das paisagens brasileiras e a tristeza que acompanha quem está sempre em movimento. O verso “Que vem nas entranhas da beleza / Que só tem nas montanhas da tristeza” mostra como a saudade e a melancolia fazem parte da experiência de viajar pelo país. Mesmo diante de cenários deslumbrantes, o viajante sente uma constante sensação de falta e solidão, o que dá à canção um tom nostálgico e reflexivo. Aqui, a viagem é tanto física quanto emocional, revelando um percurso existencial marcado por sentimentos profundos.
A letra utiliza metáforas marcantes, como “Seus olhos são fogos de artifício” e “O amor é um ser todo iluminado / Que joga nos jogos da beira do precipício”, para mostrar que as emoções humanas são intensas, passageiras e, muitas vezes, arriscadas. O amor aparece como algo brilhante, mas instável, sempre próximo do perigo. A repetição de “Oi vê, oi vê” e o pedido “Oh! Deus, vê se vê nosso padecer” reforçam o desejo de compreensão e alívio diante das dificuldades. No final, versos como “Cintura fina / Cintura de pilão / Cintura de menina / Vem cá meu coração” trazem um tom mais íntimo, mostrando que, apesar das dores e saudades, ainda há espaço para o afeto e o desejo, completando o ciclo emocional do viajante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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