
Um Cria Ser Poeta
Fantcha
A inspiração e a beleza em "Um Cria Ser Poeta"
Em "Um Cria Ser Poeta", Fantcha interpreta uma composição de Paulino Vieira que explora o desejo de transformar sentimentos em poesia, algo muito valorizado na tradição da morna cabo-verdiana. O desejo de "ser poeta" não é apenas um capricho, mas surge da necessidade de encontrar palavras que estejam à altura da beleza da pessoa amada. Isso fica evidente nos versos: “Es bo beléza k'é más ke un bel orizonte / Infeitóde k'un bon pôr de sol / O un arke-íris mute ben distakóde” (Sua beleza é maior que um belo horizonte / Enfeitada como um bom pôr do sol / Ou um arco-íris muito bem destacado). Aqui, a amada é comparada a fenômenos naturais grandiosos, mostrando que ela é uma fonte inesgotável de inspiração, superando até mesmo as paisagens mais marcantes de Cabo Verde.
A música também destaca a pureza e simplicidade da amada, descrita como “ponbinha mansa di odjus meigus, sen maldade” e “bo korpe formoze, mas sen vaidade”, ressaltando que sua beleza vai além do físico, alcançando o moral e o espiritual. O desejo de criar “um mar di puezia” (um mar de poesia) reforça a intensidade do sentimento e a vontade de transformar admiração em arte. O respeito e a admiração aparecem no verso “N kre konkistá bo korasãu” (Quero conquistar seu coração), mostrando que o amor é sincero e profundo. Assim, a canção celebra tanto a beleza exterior quanto a essência e bondade da pessoa amada, usando a natureza como espelho para sentimentos verdadeiros.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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