
Role Model
Fatboy Slim
Autenticidade e crítica à idolatria em “Role Model”
Em “Role Model”, Fatboy Slim deixa claro, já no refrão repetitivo “I’m not a role model” (Eu não sou um exemplo), que rejeita a ideia de ser visto como referência ou padrão de comportamento. A letra adota um tom direto e irreverente ao listar características e comportamentos considerados inadequados, como “I’m a drinker, I’m a smoker, I’m a loser, I’m a poet” (Sou um beberrão, sou um fumante, sou um perdedor, sou um poeta). Ao assumir suas falhas sem constrangimento, a música desafia a pressão social por perfeição e valoriza a autenticidade acima da imagem idealizada de celebridade.
O contexto do lançamento, marcando o 500º disco da Southern Fried Records, e o videoclipe que mostra ícones como David Bowie e Jimi Hendrix “cantando” a faixa, reforçam a crítica à idolatria de figuras públicas. Ao mencionar comportamentos tabus, como “I’m a pervert and a peeping tom” (Sou um pervertido e um voyeur), além de referências a sexo, drogas e excessos, Fatboy Slim ironiza a expectativa de que celebridades sejam exemplos morais. A música propõe uma reflexão sobre autoconhecimento e liberdade, incentivando o público a questionar quem realmente merece ser chamado de “role model” e a aceitar as imperfeições humanas sem hipocrisia.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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