
Cheiro de Mato
Fátima Guedes
Liberdade e simplicidade na natureza em “Cheiro de Mato”
“Cheiro de Mato”, de Fátima Guedes, é uma celebração da natureza brasileira e do sentimento de liberdade que ela proporciona. A música destaca elementos típicos do ambiente natural, como o uirapuru, taperebá e guaribas, e transmite a sensação de pertencimento e alegria simples ao estar em contato com o mato. O trecho “Só por poder ser / Só por ser de manhã” expressa uma felicidade genuína, ligada ao prazer de existir e de aproveitar o momento presente em meio à natureza. Esse olhar para o instante e para a simplicidade reflete o espírito do movimento hippie, que valorizava uma vida mais livre e em harmonia com o mundo natural, contexto que influenciou a canção.
A letra também enfatiza o respeito e o cuidado com o ambiente, como em “Não faço nada / Que perturbe a doida a louca passarada / Ou iniba qualquer planta dormideira / Ou assuste as guaribas na aroeira”. Fátima Guedes adota uma postura de integração, mostrando que o contato com a natureza deve ser feito sem causar danos, reforçando a ideia de coexistência pacífica. O contraste entre os “pardais urbanos” e os animais do mato sugere uma comparação entre a liberdade do ambiente natural e a vida restrita nas cidades. Ao mencionar “meus vinte anos / Indóceis e livres como eu”, a artista associa a juventude à espontaneidade e ao desejo de viver sem amarras. Assim, a canção convida o ouvinte a valorizar a simplicidade, a liberdade e o respeito no contato com o mundo natural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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