
A Lua É Testemunha (part. Chico Rey e Paraná)
Fátima Leão
O drama do amor impossível em “A Lua É Testemunha (part. Chico Rey e Paraná)”
"A Lua É Testemunha (part. Chico Rey e Paraná)", de Fátima Leão, retrata de forma direta e intensa o reencontro de dois antigos amantes, agora separados pelas circunstâncias da vida. A música utiliza elementos como a lua, o sol e as estrelas para simbolizar as testemunhas silenciosas de um juramento de amor feito no passado. Esses elementos reforçam a ideia de que o sentimento entre o casal era verdadeiro, mas acabou sendo derrotado pelo destino e pelas obrigações sociais. O verso “Hoje volto, e te encontro casada / Ai! Que sorte infeliz e cruel” deixa claro o impacto doloroso desse reencontro, mostrando como o tempo e as escolhas afastaram os dois.
A letra também aborda a fidelidade, tanto no compromisso com o novo esposo quanto na lealdade ao amor antigo, que permanece vivo mesmo diante da impossibilidade. O trecho “Quero ser sincera ao meu esposo / Mas, em silêncio, por ti chorarei” revela a resignação e o sofrimento silencioso da personagem, que decide cumprir seu dever, mas não consegue esquecer o passado. O desfecho, com o pedido “Peço a Deus, que te mate dormindo / Pois não és minha, nem de outro serás”, traz à tona o desespero e a possessividade, mostrando como um amor não resolvido pode se transformar em dor profunda. A parceria entre Fátima Leão e Chico Rey & Paraná, artistas conhecidos por canções emotivas, reforça a autenticidade e o peso dramático dessa narrativa sertaneja marcada por perdas e saudade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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