
Atrás Dos Tempos
Fausto
Resiliência e esperança coletiva em "Atrás Dos Tempos"
"Atrás Dos Tempos", de Fausto, aborda a resiliência do povo português diante das adversidades históricas, especialmente após a Revolução dos Cravos. A música transforma situações de sofrimento cotidiano, como o marinheiro "em luta por melhor vida no mar" e a "velha criada despedida", em símbolos de resistência e esperança. Esses personagens representam a força coletiva que impulsiona a sociedade, mesmo em meio a derrotas e dificuldades. A frase "atrás dos tempos vêm tempos e outros tempos hão-de vir" reforça a ideia de que a história é feita de ciclos e que a busca por dias melhores é constante.
A letra adota um tom reflexivo e direto ao tratar de temas como "vitórias e derrotas" e injustiças sociais, exemplificadas em "salário sempre a descer" e "preço da vida a subir". Fausto utiliza essas imagens para retratar a realidade difícil do povo, mas mantém o otimismo ao afirmar: "quem canta sempre se levanta / calados é que podemos cair". Aqui, a expressão e a união aparecem como formas de resistência. No trecho final, "esse tempo que há-de vir / não se espera como a noite espera o dia / nasce da força que transpira / de braços e pernas em harmonia", fica claro que a esperança é ativa e nasce do esforço coletivo. Assim, a música se destaca como um hino de perseverança, mostrando que a transformação social depende da ação e do engajamento de todos.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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