
Pro Que Der E Vier
Fausto
Coragem e resistência em “Pro Que Der E Vier” de Fausto
“Pro Que Der E Vier”, de Fausto, foi lançada em 1974, durante o período revolucionário em Portugal. A música reflete o clima de tensão e esperança vivido no país após a Revolução dos Cravos, quando a população buscava liberdade e justiça. A imagem do “canhão apontado para qualquer lado enfeudado” mostra uma postura de prontidão e resistência contra qualquer forma de opressão, simbolizando a vigilância constante diante das ameaças à liberdade.
As metáforas presentes na letra, como “cabeça espetada entre a noite e a madrugada” e “braço deitado entre o perfeito e o enjeitado”, reforçam a ideia de adaptação e alerta, mostrando a disposição de enfrentar tanto as incertezas quanto as injustiças do momento. Trechos como “dia a dia num aperto que mais parece um deserto” e “no descalabro do medo mal se levanta um dedo” ilustram o sentimento coletivo de sufocamento e medo, mas também a determinação de não se render. O refrão “estou p’ró que der e vier” resume essa coragem diante dos desafios, enquanto a afirmação “hei-de ser a barricada, arma, fogo, despedida” destaca o papel ativo na luta, sem deixar de valorizar o afeto e a solidariedade. Assim, a música se torna um símbolo de resistência e esperança em tempos de transformação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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