
Meu reino encantado
Felipe e Falcão
Memórias e saudade rural em “Meu reino encantado”
Em “Meu reino encantado”, Felipe e Falcão retratam a infância e a vida rural como um tempo de inocência, união familiar e simplicidade. O "reino encantado" do título representa não só um lugar físico, mas também um período marcado por pequenas rotinas, como debulhar milho para as galinhas ou acompanhar o pai abrindo porteiras. Essas cenas cotidianas, descritas com detalhes na letra, ganham força emocional ao serem revisitadas com saudade, mostrando como a felicidade estava presente nas coisas simples do passado.
A música, composta em 1979 e regravada por diversos artistas sertanejos, reflete o impacto da urbanização e do êxodo rural no Brasil. A decisão de vender o sítio e mudar para a cidade grande simboliza a perda de valores e afetos ligados à vida no campo. O verso “A lavoura virou colonião / E acabou-se meu reino encantado” mostra a substituição da agricultura familiar por pastagens para gado, evidenciando as mudanças econômicas e sociais do interior brasileiro. Ao final, restam apenas vestígios desse tempo, como “a tapera velha desabada”, “a figueira acenando” e o “velho carro de boi”, que funcionam como lembranças silenciosas de um passado que não volta mais, reforçando o tom nostálgico e a saudade presentes em toda a canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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