
Não Amo Ninguém
Felp22
Desapego e sobrevivência em “Não Amo Ninguém” de Felp22
Em “Não Amo Ninguém”, Felp22 expõe a frieza e o desapego emocional como mecanismos de defesa diante da violência e da imprevisibilidade do cotidiano. O refrão, “Amor, eu não amo ninguém”, funciona como uma armadura, refletindo a necessidade de se proteger em um ambiente hostil. A música é baseada em uma experiência real do artista, que narra uma madrugada tensa em que uma simples busca por "fumo" se transforma em uma situação de risco, envolvendo assalto, tiros e fuga. Versos como “Temos que voltar vivo que sem isso não durmo” e “Sempre na estratégia porque os verme tão na caça” reforçam a ideia de que a sobrevivência exige cautela constante e desconfiança.
O refrão repetitivo destaca o distanciamento afetivo, sugerindo que, nesse contexto, o amor pode ser visto como uma fraqueza explorada pelo “jogo” da vida nas ruas: “O sentimento do jogo sempre te faz o refém”. O desapego surge como resposta a decepções e traições, como em “Já demonstrei amor pra quem não quis meu bem”, e também como proteção em um mundo onde confiar pode ser perigoso. A letra ainda traz elementos do cotidiano urbano, como gírias, referências a drogas, encontros casuais e a preocupação constante com a polícia, compondo um retrato direto e realista da rotina de quem vive à margem, onde o amor é um luxo e a sobrevivência, uma necessidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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