
Aracaju
Fi Barreto
Relações afetivas e raízes em “Aracaju” de Fi Barreto
“Aracaju”, de Fi Barreto, utiliza a capital sergipana como cenário para explorar temas de pertencimento, memória e afeto. A escolha da cidade não é apenas uma homenagem, mas também um símbolo das raízes familiares do artista, que tem forte ligação com Sergipe e com o legado literário de seu bisavô, Alberto Deodato. O verso “Vou te levar pra Aracaju, caju mais doce” mistura o nome da cidade ao fruto típico da região, criando uma metáfora para um amor genuíno e reforçando a conexão do cantor com sua terra natal e suas lembranças afetivas.
A letra alterna entre recordações íntimas e expressões de saudade, como em “os cachos do meu cabelo sentem falta da tua mão” e “minha garganta é só sede de suar no seu colchão”, transmitindo um tom nostálgico e carinhoso. Elementos culturais e religiosos nordestinos aparecem em referências como “camisa da Mangueira”, “Dia de São Sebastião” e “Santa Bárbara e Maria”, reforçando o vínculo com o Nordeste e evocando rituais de devoção e celebração. O trecho “Debaixo do tapete tem sujeira, a gente limpa / Mas também tem um bilhete escrito: Eu te amo ainda” sugere que o amor persiste mesmo diante das imperfeições do cotidiano.
No desfecho, a música propõe uma visão madura do amor, valorizando gestos simples e a parceria diária: “Sexy mesmo é ser gentil no trânsito / Melhor pra vida é ter sua ajuda na minha terapia / Gozar de fato é ter você no fim do dia”. Assim, “Aracaju” celebra as origens, a intimidade e a simplicidade de um amor duradouro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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