
Pra Quê Viemos
Fibonattis
Reflexão sobre o valor do trabalho em “Pra Quê Viemos”
A música “Pra Quê Viemos”, da Fibonattis, aborda de forma direta a invisibilidade e a desvalorização do trabalhador nas fábricas. O verso “O rosto suado nunca se dá valor” resume o sentimento de quem se dedica diariamente, mas raramente recebe reconhecimento. A repetição de “mantém o orgulho, trabalho duro” reforça a importância de preservar a dignidade mesmo diante de condições difíceis. Inspirada no cotidiano dos próprios integrantes, a letra retrata a rotina exaustiva e o ambiente opressor das fábricas, com imagens como “o som das máquinas” e “mãos calejadas”, mostrando a realidade de quem sustenta a base da sociedade.
Além de retratar o dia a dia do trabalhador, a canção faz uma crítica social ao ambiente competitivo e à falta de solidariedade no trabalho. O trecho “fracos ficam pra trás, nessa selva sempre provamos pra que viemos” compara a fábrica a uma selva, onde apenas os mais resilientes conseguem sobreviver. Já em “Tal malandro antecipou o que o sábio ensinou”, a música sugere que a esperteza e a adaptação são mais valorizadas do que o aprendizado tradicional, apontando para uma geração que pode se perder “sem refúgio e sem razão”. Assim, “Pra Quê Viemos” questiona o sentido do esforço em um sistema que pouco valoriza quem realmente constrói o dia a dia da sociedade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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