Pedal de 3
Figo Mota
“Pedal de 3”: sanfona, pegada e festa no salão forrozeiro
O título vira declaração de identidade: em “Pedal de 3”, o “pedal de três” não é detalhe técnico, é emblema do som do grupo. Ao citar “ron tom tom”, a letra põe a percussão lado a lado com a sanfona, reforçando a autenticidade que o forró valoriza. Na prática, “pedal de três” é um tipo de pedal usado por sanfoneiros para dar timbre e balanço característicos; por isso, quando Figo Mota canta “Olha minha banda forrozeira porque tem pedal de três”/“tem o fole da sanfona pra tocar mais uma vez”, ele apresenta a assinatura da banda. Essa marca ganha corpo no efeito coletivo: “aí o povo gosta e não quer mais parar”, mostrando como ritmo e pegada disparam a festa. “A pegada da minha banda ninguém pode copiar” afirma exclusividade; no forró, “pegada” tem duplo sentido entre técnica e estilo próprio — o jeito de tocar que gruda no corpo e na memória.
Os recursos de linguagem convocam o baile: imperativos e repetição — “Sente esse swing”/“não para não” — puxam o público, enquanto a onomatopeia “ron tom tom” faz a percussão soar dentro do verso. O foco é o xote, balanço mais cadenciado do forró, que guia a pequena narrativa: a banda entra com sanfona e pedal, a percussão fecha a levada, o salão responde e a dança se espalha — “Quando essa banda toda o povo dançar no salão”. O resultado emocional é alegria compartilhada e senso de comunidade: um chamado para dançar que celebra ritmo, festa e a identidade irreplicável da banda.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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