
Engenho Velho
Flávio José
Memórias e tradições nordestinas em "Engenho Velho"
"Engenho Velho", de Flávio José, retrata o engenho de açúcar como símbolo da cultura e da memória afetiva do Nordeste. Logo no início, o verso “Engenho velho gemedor / Foste o grande pioneiro” destaca a importância histórica desses engenhos para a economia e o modo de vida da região. A música traz referências ao “aboio do vaqueiro” e ao “estalo do chicote”, evocando sons e imagens do cotidiano rural, o que reforça a atmosfera nostálgica e valoriza as raízes culturais nordestinas.
A letra também utiliza elementos como rapadura, garapa e mel para despertar lembranças sensoriais e afetivas, remetendo à simplicidade e à doçura da infância no campo. O trecho “Hoje passando em teu terreiro / Oh! / Meu velho pioneiro / Que saudade que me deu” expressa o sentimento de perda diante do declínio dos engenhos, representado por imagens como “moendas enferrujando” e “madeira se rachando”. Assim, a música cria uma ponte entre passado e presente, mostrando como as transformações sociais afetam tanto as estruturas físicas quanto as histórias e tradições das pessoas, sempre marcadas pela saudade e pelo respeito às origens.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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