
Que Nem Vem Vem
Flávio José
Tradição e orgulho nordestino em “Que Nem Vem Vem”
“Que Nem Vem Vem”, de Flávio José, destaca a força e o orgulho das raízes nordestinas ao transformar elementos do cotidiano em símbolos de resistência cultural. Expressões como “quebrei no dente um taco da literatura” mostram a autenticidade e a coragem de quem valoriza sua origem, enquanto o verso “semente negra, eu sou raiz poderosa” reforça a conexão com a ancestralidade e a vitalidade do povo nordestino. A menção à “cacimba de belá” remete a um lugar de origem e inspiração, onde a tradição é constantemente renovada e mantida viva.
A música faz referência direta a instrumentos e ícones do forró, como “acorde de sanfona”, “batidas da zabumba” e a homenagem a “Jackson no pandeiro é ás”, evidenciando o respeito aos mestres que moldaram o gênero. Ao citar “mestre louro”, Flávio José destaca a importância da transmissão de conhecimento entre gerações, mostrando que o forró é uma herança viva. O tom festivo aparece em versos como “festejar que nem passarim no xerém” e “namorar com as batidas da zabumba”, traduzindo o espírito alegre das festas nordestinas, onde a música une pessoas e histórias. Assim, a canção celebra paixão, tradição e alegria, reafirmando o forró como expressão máxima da identidade regional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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