
Anjo Bom
Flávio Venturini
O amor transcendental e esperançoso em “Anjo Bom”
“Anjo Bom”, de Flávio Venturini, apresenta o amor como uma força transcendental, indo além do cotidiano e do material. Logo no início, a letra afirma: “vem de lá / Nenhum lugar / Espaço além, do coração”, indicando que esse sentimento não tem origem terrena, mas sim espiritual. O termo “anjo bom” funciona como metáfora para um amor raro, iluminado e transformador, capaz de trazer uma “nudez de tal revelação”, ou seja, uma sinceridade e clareza profundas, que desnudam a alma e promovem autoconhecimento.
A canção reflete o contexto do Clube da Esquina, movimento conhecido por suas experimentações sonoras e letras que abordam temas universais. A parceria entre Flávio Venturini e Lô Borges reforça o clima de esperança e renovação, especialmente no trecho: “Deixa entrar / Seremos dois / Milhões de sóis de eterna manhã”. Aqui, o amor é visto como multiplicador de luz e felicidade, sugerindo um recomeço constante. A menção às “constelações” amplia o sentido da busca por algo maior, conectando o amor a uma dimensão cósmica e espiritual. Assim, “Anjo Bom” se destaca por unir sensibilidade poética e uma visão otimista do amor, alinhada à tradição do Clube da Esquina.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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