
Nuvens
Flávio Venturini
Memória e transformação poética em “Nuvens” de Flávio Venturini
A música “Nuvens”, de Flávio Venturini, explora a natureza passageira das emoções e lembranças, usando imagens como nuvens e ondas para ilustrar a beleza e a transitoriedade dos sentimentos. Nos versos “nuvens claras, sentimentos / transparentes ondas de emoção”, Venturini mostra como experiências e memórias, mesmo fugazes, deixam marcas profundas. O contexto da composição, ligado à participação de Venturini no Clube da Esquina e à sua sensibilidade poética, reforça essa reflexão sobre o tempo e a memória, destacando o papel da arte em eternizar o que é efêmero.
A letra também discute a relação entre lembranças e criação artística, especialmente em “As minhas canções inacabadas / vão ficar como folhas no vento”. Aqui, Venturini sugere que suas músicas, mesmo incompletas, permanecem como registros de sua trajetória, comparando-as a “cruzes na beira da estrada”, símbolos de passagem e memória. Ele vai além do lamento pela perda, enxergando nessas “folhas no vento” não só marcas de fim, mas também “pousada”, “abrigo” e “alimento” para a própria aventura da vida. O trecho final, “Tudo que faz o amor valer / Faço virar canção”, resume o papel da música como forma de ressignificar e eternizar sentimentos, mesmo diante da impermanência das relações e experiências. Assim, “Nuvens” se apresenta como uma reflexão sensível sobre o valor das memórias e o poder transformador da arte.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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