
A Todo Anarquista
Flicts
Rebeldia e autonomia em “A Todo Anarquista” do Flicts
Em “A Todo Anarquista”, o Flicts expressa uma rejeição clara a qualquer forma de opressão, simbolizada por muros, prisões e correntes. A letra homenageia não só os anarquistas no sentido político, mas todos que desafiam normas, fronteiras e autoridades, como mostram os versos: “A todo aquele sem pátria nem bandeira / A todo aquele sem hino nem fronteira”. O histórico de engajamento político da banda reforça o caráter de tributo à resistência e à rebeldia contra sistemas estabelecidos.
A música valoriza o questionamento constante e a coragem de desafiar valores considerados imutáveis, evidenciado na repetição de frases como “Aos que ousam derrubar a moral e a tradição” e “A todo aquele que vive a inconsequência”. O termo “delinquência” é ressignificado, representando não a criminalidade comum, mas a disposição de romper com regras injustas e viver à margem das expectativas sociais. Ao celebrar quem “dança com a liberdade” e “peita autoridade”, a canção reforça que a verdadeira liberdade exige ação direta e enfrentamento, sem esperar validação externa. Assim, “A Todo Anarquista” se firma como um hino à autonomia, à luta e à insubmissão.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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