Barranca e Fronteira
Fogo de Chão
Identidade e pertencimento em "Barranca e Fronteira"
A música "Barranca e Fronteira", do Fogo de Chão, explora a identidade do gaúcho que vive na região de fronteira, especialmente às margens do Rio Uruguai. A letra destaca como o sentimento de pertencimento vai além da posse da terra, mostrando que o rio e as tradições locais são elementos fundamentais para a construção dessa identidade. O trecho “Se a terra não é minha se a vida é mesquinha o que se há de fazer / Mas o sonho nasceu e o rio se fez meu e nele vou descer” revela que, mesmo diante de dificuldades e da falta de recursos, o protagonista encontra liberdade e sentido de vida no convívio com o rio e na cultura da região. Esse contexto é típico de cidades como Uruguaiana, onde a vida entre fronteiras molda o modo de ser das pessoas.
A canção também valoriza a simplicidade do cotidiano rural, alternando entre momentos de tristeza e alegria, mas sempre com orgulho das origens. O verso “Sou de campo e de rio tenha sol, faça frio lá domingo estarei / Barranca e fronteira canha brasileira assim me criei” reforça o vínculo com a terra e a tradição. O amor pela “morena sincera” simboliza tanto o afeto pessoal quanto a ligação com a terra natal. Expressões como “carinho nos braços galopo meus passos e me torno um rei” mostram que, mesmo com poucos recursos, o protagonista sente-se realizado e dono de seu próprio mundo, celebrando a autenticidade e o espírito do gaúcho fronteiriço.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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