
Balaio
Folclóricas Gaúchas
Desejo e humor rural em “Balaio” das Folclóricas Gaúchas
A música “Balaio”, das Folclóricas Gaúchas, utiliza o balaio — um cesto tradicional do cotidiano rural gaúcho — como símbolo para expressar, de forma leve e bem-humorada, o desejo de proximidade e intimidade. O verso “Eu queria ser balaio, balaio eu queria ser, para andar dependurado na cintura de você” brinca com a ideia de estar sempre junto da pessoa amada, trazendo um tom de paquera e descontração típico das canções folclóricas da região. O uso do balaio na colheita da mandioca e na cintura das “chinocas” (termo regional para moças) reforça o cenário rural e a atmosfera alegre da letra.
O refrão “Balaio, meu bem, balaio, sinhá, balaio do coração” destaca o lado afetivo e carinhoso da música, enquanto o trecho “Moça que não tem balaio, sinhá, bota a costura no chão” sugere, de maneira divertida, que o balaio é indispensável para as tarefas diárias, mas também pode ser interpretado como uma insinuação sobre estar pronta para o trabalho ou para o amor. Composta por Barbosa Lessa e Paixão Côrtes, a canção se conecta profundamente ao folclore gaúcho, mostrando como objetos simples do dia a dia podem se transformar em símbolos de afeto, desejo e identidade cultural.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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