
Cobra Veneno
Formiga (Capoeira)
Desconfiança e proteção espiritual em “Cobra Veneno”
A música “Cobra Veneno”, de Formiga (Capoeira), usa a imagem da cobra coral como metáfora para pessoas traiçoeiras e falsas, alertando sobre o perigo de inimigos que se disfarçam de amigos. O pedido recorrente de proteção a São Bento, santo tradicionalmente invocado contra o mal, reforça o clima de desconfiança e a necessidade de vigilância espiritual e emocional. O verso “Pois tem cobra peçonhenta disfarçada de amigo” evidencia que o maior risco não está apenas nos inimigos declarados, mas naqueles que se aproximam com intenções ocultas.
A música também faz uma ligação entre o veneno da cobra e o poder destrutivo das palavras, como em “A língua que tá na boca, que é danada pra falar”. Assim, amplia o conceito de veneno para além do físico, mostrando que fofocas e calúnias podem ser tão perigosas quanto o bote de uma cobra. A referência bíblica aparece no verso “Tu fere meu calcanhar, mas eu te piso na cabeça”, remetendo ao embate entre o bem e o mal descrito em Gênesis 3:15, onde a serpente representa o mal que tenta, mas é derrotado pela resistência e fé. Dessa forma, “Cobra Veneno” alerta para a importância da proteção espiritual e da cautela nas relações, usando símbolos tradicionais para transmitir uma mensagem sobre confiança e sobrevivência.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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