
Civilização
Forrozão Sela Rasgada
Mudanças e saudade em "Civilização" do Forrozão Sela Rasgada
A música "Civilização", do Forrozão Sela Rasgada, aborda de forma direta como o avanço tecnológico no sertão trouxe conforto, mas também gerou um sentimento de perda das tradições e das raízes culturais. O trecho “Não achei o lampião que pai a noite acendia / A lata de querosene enferrujada e vazia” mostra como objetos simples, antes essenciais no cotidiano, foram deixados de lado com a chegada da energia elétrica. Esses elementos simbolizam a substituição de costumes antigos por novas tecnologias, marcando uma ruptura com o passado.
A letra destaca a nostalgia e a saudade ao relatar a troca do oratório pela televisão e do pote de barro pela geladeira, evidenciando o impacto emocional dessas mudanças: “De tanta saudade choro do lugar do oratório que mãe fazia oração”. O verso “Hoje tudo 'ta mudado' o povo civilizado se vê não sabe o que é” reforça o sentimento de lamento e resignação diante da modernização, mostrando que o narrador percebe um distanciamento das tradições e do convívio familiar. O refrão “Essa é a pura verdade hoje só resta saudade no coração do vaqueiro” resume o impacto emocional da modernização, ressaltando que, apesar do progresso, a saudade e o apego ao passado continuam presentes na memória do povo nordestino retratado na canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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