
Navio Fantasma
Francis Hime
Solidão e saudade em "Navio Fantasma" de Francis Hime
Em "Navio Fantasma", Francis Hime e Paulo César Pinheiro usam a imagem do navio condenado a vagar sem rumo, inspirada em lendas como a do Holandês Voador, para retratar uma existência marcada pela solidão e pelo sofrimento. A metáfora do navio fantasma aparece de forma clara nos versos “E o meu coração nos rochedos / Morrendo em marés de agonia”, onde o coração é comparado a uma embarcação que enfrenta obstáculos e naufrágios, reforçando a sensação de dor constante e de um destino inevitável.
A letra destaca o contraste entre o dia, que ainda é suportável, e as noites, quando a angústia se intensifica: “Às noites é que eu me condeno / De madrugada eu acordo / Sangrando canções de veneno”. As imagens do “sol dos teus olhos” e da “lua dos meus” sugerem uma relação de desencontros, em que ouro e prata simbolizam tanto beleza quanto distância. No final, a referência à cidade perdida representa um amor impossível ou um passado que não pode ser recuperado. O "navio fantasma" permanece à deriva, preso à saudade e à impossibilidade de reencontro, transformando a solidão em uma expressão poética profunda.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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