
Eu Fui No Mato, Crioula
Francisco Alves
Humor e irreverência no carnaval em “Eu Fui No Mato, Crioula”
“Eu Fui No Mato, Crioula”, de Francisco Alves, é uma marchinha carnavalesca que se destaca pelo humor absurdo e situações inesperadas. A letra apresenta cenas como o encontro com um “bicho de um olho só”, que se revela “uma velha muito assanhada”. Esse tipo de narrativa surreal e cômica era comum nas marchinhas dos anos 1920, refletindo o espírito irreverente e descontraído do carnaval carioca da época. A repetição do nome “crioula” reforça o tom brincalhão e cria uma interação direta com a personagem fictícia, aproximando o ouvinte da atmosfera popular e festiva.
A música também transforma situações cotidianas em episódios inusitados, como pegar um “auto de lotação” onde há um “boi de jaquetão” ou tentar ir ao teatro e acabar “caindo no Mangue” — referência ao bairro boêmio do Rio de Janeiro, famoso pela vida noturna. Esses exemplos mostram que o foco da canção é a diversão e a celebração, evidenciada no refrão: “Quero brincar no Carnaval”. O uso do exagero e do nonsense serve para entreter, sem compromisso com a lógica, mas sim com a alegria e o espírito de brincadeira típicos do carnaval.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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