
Não É Nada Disso
Francisco Alves
Te aguenta aí, tu bem sabes que eu sou troço
Eu vou ver o que é que posso fazer na rua por ti
Uma estampilha, uma folha de papel, um cartão pro coronel
Tudo mais é maravilha
Não é nada disso
Não é nada disso
Eu sou de sorte
Sou devoto do Gegê
Não é nada disso
Não é nada disso
Meu santo é forte
Não adianta o canjerê
Não é nada disso
Não é nada disso
Eu sou de sorte
Sou devoto do Gegê
Não é nada disso
Não é nada disso
Meu santo é forte
Não adianta o canjerê
Um pistolão pra justiça, depois fura
Na fazenda e agricultura e da guerra, aviação
Na educação, a marinha, oh malandragem
O trabalho dá passagem pra lavoura no sertão
Não é nada disso
Não é nada disso
Eu sou de sorte
Sou devoto do Gegê
Não é nada disso
Não é nada disso
Meu santo é forte
Não adianta o canjerê
Não é nada disso
Não é nada disso
Eu sou de sorte
Sou devoto do Gegê
Não é nada disso
Não é nada disso
Meu santo é forte
Não adianta o canjerê



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