
Pra Que Mentir
Francisco Alves
Pra que mentir a solidão da minha fonte de saudade
Veio ferir meu coração quando perdi tua amizade
Pra que mentir este poema inebriante dos meus ais
Foi inspirado à luz da Lua, dentro de um sonho e nada mais
És para mim um sonho que jamais se finda
A iluminar a negra e fria solidão
És para mim uma ventura sempre linda
Em tua sombra eu vejo a minha inspiração
És para mim um sonho que jamais se finda
A iluminar a negra e fria solidão
És para mim uma ventura sempre linda
Em tua sombra eu vejo a minha inspiração
Pra que mentir esta nevrose sacrossanta dos teus beijos
Veio lenir os lábios meus, amortecidos de desejos
Pra que mentir, cego de amor deixei minh'alma semilouca
Fui encontrar a minha cruz no doce mel de tua boca
Pra que mentir, cego de amor deixei minh'alma semilouca
Fui encontrar a minha cruz no doce mel de tua boca



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