
Todo o tempo do mundo
Francisco Cuoco
O impacto do tempo e da saudade em “Todo o tempo do mundo”
“Todo o tempo do mundo”, interpretada por Francisco Cuoco e composta por Hélio Matheus, transforma a melodia instrumental de “Soleado” em uma reflexão íntima sobre o amor que persiste após o fim de um relacionamento. A música destaca como o tempo, em vez de aliviar a saudade, intensifica as lembranças e o desejo. Isso fica claro no verso: “Hoje tenho tempo, tenho todo o tempo do mundo / Para pensar em nós”, mostrando que o tempo livre amplia a sensação de perda e a necessidade de revisitar o passado.
A letra explora sentimentos de saudade e autocrítica, reconhecendo que o término não teve um culpado definido, mas foi causado por “bobo orgulho”. A metáfora do rio que se perde no mar sugere que algumas separações são inevitáveis, mesmo que dolorosas. As lembranças sensoriais, como “deito nas nossas manhãs e sinto o calor de nossos corpos juntos”, reforçam a presença do amor na memória, mesmo após a separação. A interpretação emotiva de Cuoco, aliada à melodia marcante, faz da canção um símbolo para quem já viveu amores interrompidos pelo tempo e pelo orgulho, tornando-a especialmente tocante para quem sente saudade de um romance passado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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