
Lisboa Antiga
Francisco José
Lisboa como memória viva em “Lisboa Antiga” de Francisco José
A música “Lisboa Antiga”, interpretada por Francisco José, transforma a cidade de Lisboa em uma personagem viva, envolta em um "branco véu da saudade" que representa tanto nostalgia quanto respeito pelo passado. A letra utiliza imagens como "velha cidade, cheia de encanto e beleza" e "linda princesa" para retratar Lisboa de forma quase mítica, celebrando sua história e tradições com carinho. Composta em 1937, a canção faz referência a elementos históricos como cruzadas, touradas reais, festas e procissões seculares, além dos "populares pregões matinais", evocando uma Lisboa marcada por rituais e costumes que já não existem mais.
O sentimento de saudade, central na cultura portuguesa, permeia toda a letra, especialmente ao lamentar a perda dessas tradições e ao exaltar a beleza eterna da cidade, como no verso "Lisboa de oiro e de prata / Outra mais linda não vejo". O rio Tejo, descrito como "azul cristalino", reflete o "semblante" da cidade, reforçando a ligação entre o espaço físico e a memória afetiva. O refrão, repetido ao longo da música, destaca que certos momentos e costumes "já não voltam mais", convidando o ouvinte a valorizar e recordar a Lisboa de outros tempos. A interpretação apaixonada de Francisco José contribui para eternizar o sentimento de saudade e orgulho presentes na canção.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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