
Se Cobrir É Circo, Se Cercar É Hospício
Francisco Mário
Crítica social irônica em “Se Cobrir É Circo, Se Cercar É Hospício”
A música “Se Cobrir É Circo, Se Cercar É Hospício”, de Francisco Mário, faz uma crítica direta e irônica à sociedade brasileira, especialmente em relação ao cenário político e social. O título, já conhecido como expressão popular, resume o tom da canção: o Brasil é retratado como um lugar onde o absurdo é regra, podendo ser visto tanto como um espetáculo ridículo quanto como um caso de loucura coletiva. Francisco Mário, influenciado por seu ativismo e pelo ambiente familiar engajado, utiliza essa frase para denunciar o caos e a falta de sentido nas estruturas sociais e políticas do país.
A letra apresenta imagens marcantes, como “o maior espetáculo da terra” e “o povo com seus tentáculos agarrando coisa nenhuma”, para mostrar a frustração da população diante da dificuldade de promover mudanças reais. Referências como “uma lona feita de batina” e “um gigante em estado de coma” criticam a influência da religião e a paralisia das instituições. Outros elementos, como “um elefante de inflação” e “trombadinhas pela cidade”, abordam problemas econômicos e sociais, enquanto “uma mulher que é o dobro da solidão” destaca o isolamento de grupos marginalizados. O tom irônico transforma o cotidiano em um espetáculo grotesco, onde cada personagem representa um aspecto do absurdo nacional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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