
Quem Sabe
Francisco Petrônio
Dúvida e saudade no amor distante em “Quem Sabe”
“Quem Sabe”, interpretada por Francisco Petrônio, aborda a incerteza sobre a fidelidade e os sentimentos do outro, trazendo à tona uma angústia silenciosa que vai além da simples saudade. O verso “Quem sabe se és constante, se ainda é meu teu pensamento” expressa o medo de que o amor prometido tenha se perdido com a distância, um tema que remete ao Romantismo do século XIX, período em que a canção se inspira.
A letra explora a dor da separação e o desejo de saber se o juramento de amor foi esquecido, sentimentos que se intensificam com a repetição de perguntas e com a expressão “minh'alma toda devora da saudade, da saudade agro tormento”. O termo “agro tormento” destaca a ideia de uma saudade amarga, que consome e inquieta. A interpretação emotiva de Francisco Petrônio, acompanhada pelo violão de Dilermando Reis, resgata a tradição das modinhas e serestas, tornando a música um símbolo da melancolia amorosa e da incerteza típica dos amores distantes daquele tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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