Tradução gerada automaticamente

EL ABANICO ESPAÑOL
Frasquet y Guerrero
O ABANICO ESPANHOL
EL ABANICO ESPAÑOL
Era uma tarde de agosto que em Sevilha eu viaEra una tarde de Agosto que en Sevilla presenciaba
Com um calor danado, a galera se abanavaCon un calor asombroso la gente se abanicaba
Tirei o meu da bolsa e aos poucos me aliviavaSaqué el mío del bolso y poco a poco me aliviaba
O vento do meu abanico meu rosto acariciavaEl aire de mi abanico el rostro me acariciaba
Uma tourada e uns cravos pintadosUna corrida de toros y unos claveles pintaos
No país com renda e bordado bem caprichadoEn el país con encaje y ribete apuntilla'o
Que devolvem a graça ao meu rosto sufocadoQue le devuelven la grasia a mi rostro sofoca'o
E uma tristeza imensa ao lembrar quem me deuY una tristeza muy grande al recordar quién me lo ha da'o
Eram cinco na praça e do curral saiuEran las cinco en la plaza y de toriles salió
Um touro negro e enorme que o toureiro enfrentouUn toro negro y muy grande que al torero se enfrentó
Com um par de lances bem dados, o toureiro escapouCon un par de lances bien dados, el torero se escapó
Mas ao se virar pro público, o touro que era espertoPero al volverse al tendí'o, el toro que era aprendí'o
Cavou na terra e com força o toureiro alcançouEscarbó en la tierra y con violencia al torero alcanzó
O fechar de abanicos na praça retumbouEl cerrar de abanicos en la plaza retumbó
E com um silêncio profundo, a galera suspirouY con silencio muy grande, la gente suspiró
Era meu namorado, o toureiro, e o abanico que apertavaEra mi novio el torero, y el abanico que apretaba
Um presente que ele me deu, pra celebrar que me amavaUn regalo que me hizo, para celebrar que me amaba
A notícia correu, Espanha e o mundo inteiroLa noticia recorrió, España y el mundo entero
Que Manolo morreu de uma chifrada na arenaQue Manolo murió de una cornada en el ruedo
E agora choro sua falta, o abanico na mãoY ahora lloro su ausencia, el abanico en la mano
Com um vazio, e uma dor, que não cessaCon un vacío, y un dolor, que no cesa
O abanico não mente, o abanico se expressaEl abanico no miente, el abanico se expresa
Quando uma mulher o move, se sabe da sua tristezaCuando una mujer lo mueve, se sabe de su tristeza
Olé com olé a graça, olé com olé e oléOle con ole la gracia, ole con ole y olé
Quando um abanico chora por um amorCuando un abanico llora por un querer
A mulher que o segura, está chorando com eleLa mujer que lo sostiene, está llorando con él
(Pouco a pouco vai se diluindo)(Poco a poco se va diluyendo)
Olé com olé na EspanhaOle con ole en España
Olé com olé e oléOle con ole y olé
O abanico não faz faltaEl abanico no se extraña
Se é movido por uma mulherSi lo mueve una mujer



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