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Barbarizando Geral

Fred Martins

Letra

    Se o teu mundo caiu
    Numa baita de um buraco que não tem tamanho
    Se o teu sonho acabou
    Se transformando num pesadelo medonho
    Se o gelo da solidão
    Cortando feito vento pela noite fria
    Levou para bem longe o que sobrou do dia
    se nada pode ser de novo o que era antes
    Haja banheira de sal
    Pra tantos que esbanjam inveja da vida
    E o laminado punhal
    àquele que disputa o prêmio especial
    Pra ser um rei animal
    Baixando o índice de vida inteligente
    E não estar aí só dizimando gente
    For muito eficiente matando elefantes
    Seguindo o conto da serpente
    A gente entrou num mato sem cachorro
    Os burros todos deram n’água
    O que já não é mais segredo nenhum
    Que nem milícia de olho na carniça
    Os urubus já vão rondando
    Alegremente adivinhando que o banquete vai chegar mais cedo

    Se o teu mundo caiu
    Numa baita de um buraco que não tem tamanho
    Se o teu sonho acabou
    Se transformando num pesadelo medonho
    Se o gelo da solidão
    Cortando feito vento pela noite fria
    Levou para bem longe o que sobrou do dia
    se nada pode ser de novo o que era antes
    Haja banheira de sal
    Pra tantos que esbanjam inveja da vida
    E o laminado punhal
    àquele que disputa o prêmio especial
    Pra ser um rei animal
    Baixando o índice de vida inteligente
    E não estar aí só dizimando gente
    For muito eficiente matando elefantes

    Com tanta gente crente
    Que cretinamente é contra o diferente
    Os velhos ratos do mercado vão seguir barbarizando geral
    Enquanto o insano e podre bicho humano
    Vai entrando pelo cano
    Eu vou chorando minha tão sentida lágrima de crocodilo

    Haja banheira de sal
    Pra tantos que esbanjam inveja da vida
    E o laminado punhal
    àquele que disputa o prêmio especial
    Pra ser um rei animal
    Baixando o índice de vida inteligente
    E não estar aí só dizimando gente
    For muito eficiente matando elefantes

    Com tanta gente crente
    Que cretinamente é contra o diferente
    Os velhos ratos do mercado vão seguir barbarizando geral
    Se o bicho humano vai entrando e arrastando tudo pelo cano
    Vai entrando pelo cano
    Eu vou chorando minha tão sentida lágrima de crocodilo


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