
Manifesto (part. Lenine e Emicida)
Fresno
Reflexão sobre autenticidade em "Manifesto (part. Lenine e Emicida)"
"Manifesto (part. Lenine e Emicida)", da Fresno, é uma música que transforma a crítica à superficialidade em um chamado direto à autenticidade. Os versos “A gente vive na guerra, a gente luta por paz / A gente pensa que sabe, mas nunca sabe o que faz” resumem a ideia central de rejeitar a futilidade, como explicou Lucas Silveira ao definir a faixa como “um grito da beleza agonizante”. A letra alterna entre confissões de fragilidade e denúncias de hipocrisia, como em “A gente mostra pro mundo o que se quer esconder / A gente finge que vive até o dia de morrer”, apontando para a tendência de mascarar sentimentos e buscar validação em aparências vazias.
A presença de Lenine e Emicida amplia a força da mensagem, trazendo diferentes perspectivas. Emicida destaca a pressão social e a alienação em “Sente no corpo uma prisão, correntes, vendas na visão”, enquanto Lenine reforça o tom reflexivo e existencial. O contexto da gravação, feito em um ambiente isolado, contribui para a atmosfera intensa da música. O manifesto proposto é um convite à consciência coletiva e à humildade diante da vida, evidenciado no encerramento: “Nem ser menos e nem ser mais, ser parte da natureza, certo? Ao caminhar na contramão disso, a gente caminha pra nossa própria destruição”. Assim, a música alerta contra a autossabotagem e a desconexão, defendendo a sabedoria, a gratidão e a busca por sentido real em meio ao caos contemporâneo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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