
Autoestima em Dó (part. Santzu)
Froid
Vulnerabilidade e afirmação em "Autoestima em Dó" de Froid
O título "Autoestima em Dó (part. Santzu)" já revela a proposta da música: abordar a oscilação entre momentos de insegurança e autoconfiança. Froid e Santzu usam a faixa para desafiar estereótipos sobre artistas independentes, especialmente aqueles vindos de regiões periféricas como Brasília. Isso aparece de forma clara quando Santzu critica o preconceito contra artistas de rua e a rotulação pela aparência: “Rotula minha cara pela vestimenta / Deixa que eu mesmo te mostro o bandido”. O clipe, gravado em Brasília, reforça o orgulho da cena local e a resistência dos artistas que não pertencem aos grandes centros culturais.
A letra traz críticas sociais e provocações diretas, como em “Cê acha que prosperidade é crime? / Então cê não conhecia o Mandala”, onde Santzu questiona a criminalização do sucesso de quem vem da periferia. Froid mistura referências pessoais e culturais para ironizar julgamentos e hipocrisias: “Querem meu corta vento da Adidas laranja com a listra branca / Os caras cheiraram uma listra branca”, brincando com o duplo sentido entre a listra da roupa e a droga, enquanto desafia moralistas e jornalistas. O refrão “Isso não é ego, droga / É autoestima em dose” resume o tom provocador da música, mostrando que a autoconfiança dos artistas é uma resposta à desvalorização e aos desafios enfrentados. Assim, a faixa se destaca como um manifesto de afirmação identitária, crítica social e valorização da autenticidade artística.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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