
SANTA MÔNICA PARTE I, II
Froid
Reflexões urbanas e autenticidade em “SANTA MÔNICA PARTE I, II”
Em “SANTA MÔNICA PARTE I, II”, Froid aposta em um clipe minimalista, gravado apenas com um celular no píer de Santa Mônica, para reforçar o tom cru e introspectivo da música. Essa escolha visual acompanha a busca do artista por autenticidade em meio ao caos urbano e às tentações do sucesso. Logo nos primeiros versos, Froid mistura sensualidade e referências ao uso de drogas, como em “bola logo esse beck, meu amor” e “Ela disse que quer pica, mete logo o bambu”, mostrando a naturalidade com que aborda temas íntimos e cotidianos, sem filtros, característica marcante do rap brasileiro contemporâneo.
A letra alterna entre reflexões pessoais e críticas sociais, evidenciando o conflito entre o desejo de ascensão financeira e a manutenção dos próprios valores. Trechos como “Eu vou falar sobre o quê se não de dinheiro? Eu sei que isso nem existe sem esforço” e “Nego topa tudo por dinheiro” expõem a pressão do capitalismo e a busca por sobrevivência. Já “Trabalho por conta e canto pela hora do recreio” sugere o equilíbrio entre prazer e responsabilidade. Froid também revela suas vulnerabilidades, como em “Minha vida tá uma bagunça / Desde criança que a névoa negra do mal não me ofusca”, mostrando resiliência diante das dificuldades. As metáforas náuticas, como “acostumei com o mar onde navego” e “peixe de aquário com a vida ganha”, reforçam a ideia de adaptação e sobrevivência em ambientes hostis, conectando a paisagem de Santa Mônica à trajetória pessoal do artista.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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