
Ch y La Pizza (part. Natanael Cano)
Fuerza Regida
Referências ao narcotráfico e ostentação em “Ch y La Pizza”
“Ch y La Pizza (part. Natanael Cano)”, da Fuerza Regida, utiliza um trocadilho no título para aludir à facção “La Chapiza”, associada ao Cartel de Sinaloa. Essa referência é central na letra, que expõe de forma direta o cotidiano do narcotráfico mexicano. O texto menciona figuras como JGL (iniciais de Joaquín Guzmán Loera, o “El Chapo”) e aborda práticas como a santeria, destacando o uso de colares e rituais como símbolos de proteção e status. O verso “Santería que casi nadie trae, por ahí va” sugere que esses elementos não são apenas acessórios, mas marcam quem realmente faz parte do círculo do crime, o que gerou até desconforto entre os próprios artistas devido à polêmica do tema.
A música alterna entre ostentação e ameaça, citando festas, luxo — “Sushi del Ranch Roll llevo pa' las plebes / Y un antro fresón, el que puede, puede” — e também violência e lealdade, como em “Póngase bien vergas, que cargo el cuernón / Traiciones no aguantan, pa' buenos los santos”. O tom descontraído e urbano, típico dos “corridos bélicos”, contribui para normalizar e até glamourizar a vida ligada ao cartel, mostrando tanto o lado festivo quanto o perigo constante. A repetição de “el que puede, puede” reforça a ideia de que apenas os mais ousados e protegidos conseguem prosperar nesse universo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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