Machista
Fulanos e Ciclanos
Empoderamento e resistência em “Machista” de Fulanos e Ciclanos
A música “Machista”, da banda Fulanos e Ciclanos, utiliza o refrão repetido “Machista, fora daqui” como um grito coletivo de repúdio ao machismo, deixando claro que a opressão não será mais aceita. Esse refrão funciona como um chamado à ação, reforçando a ideia de que a sociedade não tolera mais comportamentos machistas.
No verso “Eu vim aqui pra cantar com a voz de todas que se calam, se matam, se anulam, aceitam”, a banda evidencia o silenciamento e o sofrimento enfrentados por mulheres e grupos marginalizados, destacando o impacto das expectativas sociais e das violências cotidianas. A letra também denuncia as estruturas patriarcais, como em “Tratada como nada, abusada, feita só pra te agradar”, mostrando o papel submisso imposto às mulheres. Ao afirmar “Somos heroínas que amam, que geram, que cuidam, aturam e agora vão cantar”, a canção celebra a força e a resiliência feminina, transformando dor em união e luta.
O trecho “Quero falar com as pessoas que vão se unir de corpo, alma, mente e coração” amplia o convite para todos se engajarem contra o preconceito e a divisão social. No final, com “Sou livre, morena, potente, versátil, bem louca, materna”, a música reafirma a pluralidade e autonomia das mulheres, deixando claro que o tempo da submissão ficou para trás. Assim, “Machista” se consolida como um manifesto de empoderamento e resistência, alinhado ao discurso positivo e consciente da banda.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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