
Castelo de Cera
Grupo Fundo de Quintal
Justiça e superação em "Castelo de Cera" do Fundo de Quintal
Em "Castelo de Cera", do Grupo Fundo de Quintal, a metáfora do castelo feito de cera expõe a fragilidade de conquistas e poderes construídos sobre bases injustas. O castelo, que derrete facilmente diante do calor, representa tudo aquilo que não tem sustentação verdadeira e não resiste quando confrontado por situações difíceis. Isso fica claro no verso: “Teu castelo é de cera e derrete na fogueira”, mostrando que estruturas erguidas com arrogância ou opressão estão destinadas a ruir diante da verdade ou da justiça.
A letra também traz uma mensagem de resistência e esperança. O trecho “Mas eu não visto a mortalha enquanto não há revanche” revela a determinação do eu lírico em não aceitar a derrota sem lutar por justiça. A música reforça a ideia de que o bem sempre tem chances de superar o mal, como em “E o bem não duvida de vencer o mal”. Além disso, critica aqueles que se sentem protegidos pelo poder, os chamados “costas quentes”, lembrando que a arrogância é passageira. O verso “o vento que sopra do sul para o norte nas voltas da vida traz de volta a praga que levou na ida” sugere que tudo o que se faz retorna, e que a justiça, mesmo que demore, acaba prevalecendo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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