
Trem Das Onze (part. Demônios da Garoa)
Grupo Fundo de Quintal
Cotidiano paulistano e afeto em “Trem Das Onze (part. Demônios da Garoa)”
"Trem Das Onze (part. Demônios da Garoa)", interpretada pelo Grupo Fundo de Quintal, transforma uma situação comum – a necessidade de pegar o último trem para casa – em um símbolo afetivo e cultural de São Paulo. O personagem da música precisa se despedir da pessoa amada porque mora em Jaçanã e, se perder o trem das onze, só poderá voltar no dia seguinte. Esse detalhe simples, mas carregado de emoção, reflete o cotidiano dos trabalhadores urbanos e destaca a importância dos laços familiares, especialmente quando diz: “minha mãe não dorme enquanto eu não chegar” e que é “filho único”.
O bairro Jaçanã foi escolhido por Adoniran Barbosa mais pela sonoridade do nome do que por experiência pessoal, o que reforça o tom descontraído e bem-humorado da canção. A letra mistura humor, responsabilidade e afeto, mostrando um personagem dividido entre o amor e o dever familiar. O sucesso da música e seu status de hino não oficial de São Paulo se explicam por esse retrato fiel do cotidiano paulistano, onde o tempo do transporte público e as obrigações familiares influenciam as relações e encontros. A simplicidade da situação, junto à leveza do samba, faz com que a música seja atemporal e facilmente compreendida por diferentes gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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