
O Bonde do Tigrão
Furacão 2000
Energia e domínio nos bailes em “O Bonde do Tigrão”
Em “O Bonde do Tigrão”, do Furacão 2000, a expressão “cerol na mão” se destaca como uma metáfora que remete à prática de empinar pipas com linhas cortantes, muito comum nas periferias do Rio de Janeiro. Na música, essa imagem é usada para simbolizar habilidade e confiança na dança. Quando o grupo canta “Vou passar cerol na mão / Assim, assim ... / Vou cortar você na mão”, transmite a ideia de destreza e domínio no baile, sugerindo que quem dança com o “tigrão” precisa estar à altura do ritmo e da energia propostos.
O termo “tigrão” reforça a imagem de força e liderança, posicionando o artista como alguém que se destaca e comanda a cena do funk carioca. Trechos como “Vou mostrar que eu sou tigrão / Vou te dar muita pressão” evidenciam o clima de competição e conquista típico dos bailes, mas sempre de maneira descontraída e animada. O refrão “Então martela, martela, / Martela o martelão / Levante a maozinha / Na palma da mão” convida o público a participar, reforçando o caráter coletivo e contagiante do funk daquela época. Lançada no início dos anos 2000, a música celebra a energia, a sensualidade e a diversão dos bailes, marcando o auge do gênero e a influência da Furacão 2000 na cultura popular.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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