
Vagabundo Chora
Furacão da Vanera
Vulnerabilidade masculina e humor em “Vagabundo Chora”
A música “Vagabundo Chora”, do Furacão da Vanera, quebra o estereótipo do homem insensível ao mostrar, de forma direta e bem-humorada, que até o “vagabundo” sente, sofre e se emociona. O verso “Que vagabundo chora, que vagabundo ama, que também sente falta” evidencia essa vulnerabilidade, reforçando que sentimentos como saudade e dor de amor não têm rótulo. O uso irônico e popular da palavra “vagabundo” aproxima a canção do público, desmistificando a ideia de que homens “durões” não sofrem por amor.
O contexto regional e o estilo musical do Furacão da Vanera, que mistura sertanejo, forró e vanera, dão um tom descontraído à música, tornando a confissão de fraqueza algo natural e até divertido. A cena do “cisco no olho” é uma metáfora leve para o choro disfarçado, enquanto “toma cana e também toma gaia” brinca com o duplo sentido: além de beber para afogar as mágoas, o personagem admite ser traído, algo que normalmente seria motivo de vergonha, mas aqui é tratado com sinceridade e autodepreciação. Assim, “Vagabundo Chora” se destaca por humanizar o homem popular, mostrando que todos, independentemente do estilo de vida, estão sujeitos às dores e alegrias do amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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