
Que Pena
Gal Costa
Ressignificando o amor perdido em "Que Pena" de Gal Costa
Em "Que Pena", Gal Costa utiliza a metáfora da pessoa amada como uma "rosa" e os demais como "manjericão" para expressar o valor único daquele relacionamento. Essa comparação destaca o sentimento de exclusividade e a importância que o amor perdido tinha para quem canta, mostrando que nenhum outro se compara a ele. A repetição da expressão "que pena" reforça o tom melancólico da música, mas sem dramatização excessiva. Há uma aceitação serena do fim, marcada por tristeza, mas também por maturidade emocional.
O trecho “Mas eu não vou chorar / Eu vou é cantar / Pois a vida continua” revela uma postura resiliente diante da perda. Em vez de se deixar abater, a personagem transforma a dor em música e segue em frente. Lançada em 1969, a canção reflete o espírito de uma geração que buscava novas formas de lidar com frustrações, optando por uma leveza que não ignora a dor, mas a transforma. O verso “E eu não ficar sozinho / No meio da rua, esperando que alguém me dê a mão” reforça a ideia de autonomia e de não depender de terceiros para superar o sofrimento. Assim, "Que Pena" equilibra a tristeza do amor não correspondido com a esperança de recomeço, valorizando a capacidade de seguir adiante.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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