
Meu Nome É Gal
Gal Costa
Afirmação e liberdade em “Meu Nome É Gal” de Gal Costa
Em “Meu Nome É Gal”, Gal Costa transforma a repetição do próprio nome em uma declaração de identidade e autonomia. A música, composta por Roberto e Erasmo Carlos, foi pensada como um desabafo contra preconceitos raciais e de classe. Quando Gal canta “Eu amo igual”, ela deixa claro que não se importa com cor, cultura, altura ou crença, defendendo que o amor deve ser livre de julgamentos e barreiras sociais. Essa postura era especialmente ousada para a época, reforçando a mensagem de liberdade afetiva e respeito às diferenças.
Um dos momentos marcantes da canção é quando Gal cita nomes como “Admiro Caetano, Gil, Roberto, Erasmo...”. Esse trecho foi incluído por sugestão durante a gravação, tornando a música mais pessoal e conectada à trajetória da artista. Ao mencionar artistas de diferentes origens e estilos, Gal celebra a diversidade e a pluralidade cultural, reforçando o espírito inclusivo da canção. O verso “Não precisa sobrenome, pois é o amor que faz o homem” resume o recado principal: o valor das pessoas está no afeto, não no status social. Assim, “Meu Nome É Gal” se destaca como um hino de afirmação pessoal e liberdade, mantendo uma leveza que atravessa gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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